sexta-feira, 27 de dezembro de 2013



FURANDO O FIRMAMENTO


Era uma espada talhante.
Provocava uma dor cruciante.
Ela a chorar.
A chorar...
Espada nua.
Furando o firmamento.
Destruindo um juramento.
Ela a olhar a lua.
A andar pela rua...
Era o tempo de morrer.
De sepultar toda ilusão.
Tempo de desolação.
Como aos golpes sobreviver?
Como compreender?
Intocável ser.
Descobrindo todas as razões de seu sofrer, de seu viver.


sonia delsin 

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