APAGADOR DE SONHOS
Teu sorriso era
para mim a luz que atrai a mariposa.
Eu não media consequência.
Me entregava inteira ao teu charme irresistível.
Foi terrível.
Veio um apagador gigantesco.
Grotesco.
Impiedoso.
Aconteceu algo horroroso.
Tudo foi se esvaecendo.
Vi o amor morrendo.
Delirante à beira de um rio pútrido eu despenquei.
Chorei.
Lágrimas se misturaram às podres águas.
Tudo era desolação quando alguém me ofereceu a mão.
Sofregamente estendi a minha.
Eu delirava sim.
E ele dizia assim:
Vem para mim.
És tão bela. A vida segue.
És tão forte e vais vencer a morte.
Do apagador de sonhos ficou a lembrança que aos poucos se esvai.
Do anjo redentor ficou a mais doce das lembranças.
Do meu coração não sai.
Eu não media consequência.
Me entregava inteira ao teu charme irresistível.
Foi terrível.
Veio um apagador gigantesco.
Grotesco.
Impiedoso.
Aconteceu algo horroroso.
Tudo foi se esvaecendo.
Vi o amor morrendo.
Delirante à beira de um rio pútrido eu despenquei.
Chorei.
Lágrimas se misturaram às podres águas.
Tudo era desolação quando alguém me ofereceu a mão.
Sofregamente estendi a minha.
Eu delirava sim.
E ele dizia assim:
Vem para mim.
És tão bela. A vida segue.
És tão forte e vais vencer a morte.
Do apagador de sonhos ficou a lembrança que aos poucos se esvai.
Do anjo redentor ficou a mais doce das lembranças.
Do meu coração não sai.
sonia delsin

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