APAGANDO AS PEGADAS
Recordo que
quando menina eu gostava de pisar nas pegadas na areia de quem tinha passado
antes de mim.
Minha mãe dizia que isto era ruim.
Mas eu era teimosa e fazia mesmo assim.
Apagar as pegadas na areia...
Acreditar em sereia...
Ver o mar beijar a areia...
Recordar estas passagens me incendeia.
O lume que quer se apagar ganha forças e tudo pode recomeçar.
Uma vida... um viver tão atraente.
Uma criatura tão crente.
Nunca vivi de aparências. Fui às ultimas conseqüências.
Fecho os olhos e me vejo pequena a pular.
Contando os passos... a cantar.
Outras marcas na areia a deixar.
A mulher que chegou,
com o mundo também se encantou.
A mulher que eu sou,
nunca desanimou.
Minha mãe dizia que isto era ruim.
Mas eu era teimosa e fazia mesmo assim.
Apagar as pegadas na areia...
Acreditar em sereia...
Ver o mar beijar a areia...
Recordar estas passagens me incendeia.
O lume que quer se apagar ganha forças e tudo pode recomeçar.
Uma vida... um viver tão atraente.
Uma criatura tão crente.
Nunca vivi de aparências. Fui às ultimas conseqüências.
Fecho os olhos e me vejo pequena a pular.
Contando os passos... a cantar.
Outras marcas na areia a deixar.
A mulher que chegou,
com o mundo também se encantou.
A mulher que eu sou,
nunca desanimou.
sonia delsin

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